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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Agenda do GT Edith Stein no XVI Encontro Nacional da ANPOF.











Mais um importante passo histórico é dado pelo GT Edith Stein, pela primeira vez teremos uma Sessão Temática dedicada a Edith Stein. Em um evento com mais de 3000 participantes teremos a oportunidade de fazê-la um pouco mais conhecida.

http://www.anpof.org/portal/images/XVI_Encontro/PROGRAMAO_GERALGRUPO_B.pdf

ST
Edith Stein
Moises Rocha Farias
FCRS
31
Sexta
10:00 10:15
ST
Edith Stein
Clio Francesca Tricarico
UNIFESP
31
Sexta
10:15
10:30
ST
Edith Stein
Rudimar Barea
UFSM
31
Sexta
10:30 10:45
ST
Edith Stein
Kátia Gardênia da S. Coelho
FCRS
31
Sexta
10:45 11:00
ST
Edith Stein
Ursula Anne Matthias
UFC
31
Sexta
11:00 11:30
ST
Edith Stein
Mariana Bar Kusano
UNIFESP
31
Sexta
11:30 12:00
ST
Edith Stein
Gilfranco L. dos Santos
UFRB
31
Sexta
12:00 12:30
ST
Edith Stein
Magna Celi M. da Rocha
PUC-SP
31
Sexta
12:30 13:00

terça-feira, 15 de julho de 2014

Jornada de Espiritualidade sobre Edith Stein no Monte Carmelo

Os Freis Carmelitas Descalços convidam para a II Jornada de Espiritualidade 2014.

O que é uma Jornada de Espiritualidade?
A Jornada de Espiritualidade é um retiro espiritual, no período de um dia, guiado pelos grandes místicos do Carmelo.
A nossa Jornada vai acontecer no Centro de Espiritualidade Monte Carmelo(Londrina), dia 20 de julho (domingo), a partir das 8h e 30 min até às 18h.
O tema dessa Jornada será “Quem procura a verdade procura a Deus, ainda que não o saiba”.
Nesse dia de retiro iremos percorrer o itinerário espiritual de Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), judia, filósofa e santa.
O convite é aberto para as pessoas que buscam um aprofundamento na sua vida espiritual.
Faça a sua inscrição pelo telefone: (43) 3342 – 7385

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Número especial dedicado a Edith Stein


A última edição da Revista Filosófica São Boaventura é um número especial sobre Edith Stein.
V. 7 N. 1 - jan - Jun 2014
Caso queiram adquirir: revistafilosofica@fae.edu
Valor: R$ 15,00

terça-feira, 10 de junho de 2014

I Colóquio Internacional Edith Stein


A questão antropológica nos escritos de Edith Stein

Um itinerário de pesquisa a partir das fontes


Universidade Federal do Ceará, 09-11 de setembro de 2014


Ter 09.09.2014
Edith Stein na escola do mestre Edmund Husserl
13:30 h
Credenciamento
14:00 h
Abertura do Colóquio com o Pró-Reitor de Graduação da UFC
14:30 – 15:00 h
Susanne Batzdorff, sobrinha de Edith Stein: videomensagem
15:00 – 16:30 h
Prof. Francesco Alfieri, OFM (Pontificia Università Lateranense – Itália): "De Edmund Husserl a Edith Stein: itinerário comum de pesquisa sobre o ser humano"
16:30 – 17:30 h
Lançamento do livro: Pessoa Humana e Singularidade em Edith Stein: Uma Nova Fundação da Antropologia Filosófica – Prof. Francesco Alfieri, OFM
18:30 – 21:00 h
Mesa-redonda: Prof. Dr. Juvenal Savian Filho (UNIFESP); Prof. Dr. Gilfranco Lucena dos Santos (UFRB).

Qua 10.09.2014
Do ateísmo à fé
13:30 h
Acolhida
14:00 – 15:30 h
Prof. Dr. Juvenal Savian Filho: “A experiência mística na Antropologia de Edith Stein”
16:00 – 18:00 h
Comunicações
18:30 – 21:00 h
Mesa-redonda: Prof. Dr. Miguel Mahfoud (UFMG), Prof. Dr. Francesco Alfieri (Pontificia Università Lateranense – Itália) e Prof. Dr.ª Marly Carvalho Soares (UECE): “Pessoa, psicologia e fenomenologia”

Qui 11.09.2014
Fenomenologia e história da filosofia
13:30 h
Acolhida
14:00 – 15:30 h
Prof. Dr.ª Úrsula Anne Matthias (Universidade Federal de Fortaleza): "A presença do tomismo na Antropologia de Edith Stein"
16:00 – 18:00 h
Comunicações
19:00 – 20:30 h
Encerramento do Colóquio: Prof. Dr. Gilfranco Lucena dos Santos (UFRB) 


REALIZAÇÃO: Departamento de Filosofia da


domingo, 18 de maio de 2014

domingo, 27 de abril de 2014

INFORME

Caros colegas,

Para os que desejam inscrever-se no encontro da ANPOF e apresentar 
trabalho sobre o pensamento de Edith Stein, o procedimento é o 
seguinte: é preciso preencher todo o cadastro no site da ANPOF e 
depois o formulário de inscrição no XVI Encontro Nacional da ANPOF. 
Cada um deve fornecer as informações solicitadas conforme sua 
categoria (professor, aluno de pós-graduação, ouvinte). No item TIPO 
DE APRESENTAÇÃO, escolher a opção COMUNICAÇÃO ORAL EM SESSÃO TEMÁTICA. 
No item TIPO DE SUBMISSÃO, escolher a opção INDIVIDUAL.

O formulário não pedirá o nome do GT porque não existe GT Edith Stein 
ainda na ANPOF. Se o formulário solicitar GT, é porque você preencheu 
errado os itens anteriores.

Lembramos que o prazo é só até amanhã para inscrever apresentações.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

EDITH STEIN NO XVI ENCONTRO NACIONAL DA ANPOF


É com imensa alegria que comunicamos que na 16ª edição do Encontro
Nacional da ANPOF teremos um espaço dedicado a Edith Stein para 
apresentação de trabalhos de professores e pós-graduandos. Os 
trabalhos serão concentrados em Filosofia, mas poderão ter interfaces 
com Psicologia, História, Administração, Direito, Ciência da Religião, 
Teologia, Pedagogia. Esta é uma importante oportunidade para 
concretização do nosso GT. Os interessados deverão fazer sua inscrição 
diretamente no site da ANPOF, mediante preenchimento do formulário e 
pagamento da taxa de inscrição. No momento de inscrever-se, escolham a 
opção de inscrição ligada a um Programa de Pós-Graduação. Ao 
determinar o Programa, escolher o Programa de Pós-Graduação da 
Unifesp, pois esse programa organizará os trabalhos em torno de Edith 
Stein. Não inscrever em GT, pois nosso GT ainda não está formalmente 
reconhecido pela ANPOF. Ele será apreciado no próximo encontro e, se 
for aprovado, passará imediatamente a ser vinculado à ANPOF. Havendo 
qualquer dúvida, escrever para moisesdacruz@hotmail.com.

AGENDA DE INSCRIÇÃO DE TRABALHOS

  • 17/02 Início do prazo de inscrição de trabalho nos GTs
  • 28/04  Final do prazo de inscrição de trabalho nos GTs
  • 02/06 Publicação da lista de trabalhos aprovados
  • 10/10  Prazo final para envio dos trabalhos completos caso seus autores queiram disponibilizá-los no site da Anpof para o período do evento
  • 17/11  Prazo final para envio de trabalhos revisados para publicação em e-book com conteúdo do XVI Encontro Nacional.

AGENDA DE PAGAMENTO DA INSCRIÇÃO E VALORES

Categoria
Até
28/04/2014
29/04
a
13/06
14/06
a
31/07
01/08
a
10/10
11/10
até a data do evento
Inscrição com apresentação de trabalho
Professores e pesquisadores
R$ 400,00
R$ 500,00
R$ 600,00
R$ 700,00
R$ 800,00
Alunos de Pós-Graduação
R$ 220,00
R$ 280,00
R$ 350,00
R$ 400,00
R$ 450,00
Inscrição sem apresentação de trabalho
Público em geral
R$ 400,00
R$ 500,00
R$ 600,00
R$ 700,00
R$ 800,00
Professores universitários e alunos de graduação e pós-graduação
R$ 220,00
R$ 280,00
R$ 350,00
R$ 400,00
R$ 450,00


sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Edith Stein e a psicologia - Teoria e pesquisa



Livro organizado por Miguel Mahfoud e Marina Massimi. Prefácio de Angela Ales Bello
Por Juvenal Savian Filho


SãO PAULO, 29 de Novembro de 2013 (Zenit.org) - Se há algo que entusiasma os filósofos, é a articulação entre teoria e práxis, numa mútua fecundação em que o trabalho do pensamento ilumina a ação, e a ação, por sua vez, nutre e testa o pensamento. Na obra O problema da empatia, Edith Stein esclarece que, embora se fale de “sentimentos empatizados”, a análise fenomenológica da empatia não deve ser confundida com uma investigação genético-psicológica do processo empático, pois uma investigação desse tipo já pressupõe aquilo que procura descrever. A análise fenomenológica, ao contrário, deve investigar justamente aquilo que é pressuposto nas explicações genético-psicológicas, ou seja, o fenômeno na sua essência pura, livre de todos os elementos contingentes que o determinarão no seu devir histórico. Com base nessa distinção metodológica, Edith concebe a tensão positiva que caracteriza a relação entre a fenomenologia e a psicologia: a psicologia, concebida idealmente, deve partir da fenomenologia, ou seja, deve oferecer sua abordagem específica para os fenômenos investigados pela fenomenologia, ao mesmo tempo em que esta não pode ingerir na esfera de competência da psicologia. Tensão, portanto, sem antagonismo, fazendo vibrar os acordes próprios de cada abordagem, na composição de uma mesma melodia.
Um exemplo vivo desse procedimento concebido por Edith Stein é o trabalho realizado já há algum tempo por pesquisadores brasileiros, num trabalho interdisciplinar que conseguiu a proeza de articular diferentes instituições de pesquisa num âmbito muito além do mero debate intelectual. Esse grupo de pesquisadores não é pequeno, e se foi formando com lucidez e coragem em torno dos professores Miguel Mahfoud, do Departamento de Psicologia da UFMG, e Marina Massimi, do Departamento de Psicologia da USP de Ribeirão Preto. Em relação direta com Angela Ales Bello e Jacinta Turollo Garcia, Miguel e Marina abriram os ouvidos de seus departamentos para as ideias fenomenológicas, permitiram que essas ideias fossem gestadas em suas mentes e procederam a uma síntese prática em que fenomenologia, pesquisa e clínica entrelaçam-se e dão origem a uma forma concreta e nova de vincular teoria e práxis. Para este resenhista, vindo de um ambiente, digamos, eminentemente teórico, foi uma agradável surpresa conhecer o trabalho em psicologia feito pelos professores Miguel e Marina. Já conhecia o trabalho dos professores Gilberto Safra e Andrés Antunez, ambos do Instituto de Psicologia da USP, e Tommy Akira Goto, da Universidade Federal de Uberlândia. Quando ampliei meu contato e vi que a palheta de trabalhos tinha muito mais cores, foi encanto puro.
O livro Edith Stein e a psicologia – Teoria e pesquisa, organizado por Miguel Mahfoud e Marina Massimi, é a expressão cabal de um trabalho steiniano. Os próprios organizadores, na Introdução, assumem que o método fenomenológico permite apreender os fenômenos psicológicos em sua especificidade, sem reduzi-los às dimensões só corporal ou só espiritual, evitando também todo psicologismo. Além disso, seguem Edith exatamente no tocante ao fato de que a fenomenologia oferece conceitos operacionais para apreensão do fenômeno humano unitário. Como lembra Angela Ales Bello em seu instigante prefácio, “a estrutura do livro faria Edith Stein ficar cheia de alegria: ela teria visto realizado o seu projeto por parte de quem trabalha no âmbito da psicologia. Idealmente, o livro pertence a ela”.
Com efeito, a estrutura do livro segue um movimento steiniano: há três partes, sendo que a primeira estabelece fenomenologicamente os fundamentos da psicologia; a segunda trata da formação da pessoa; a terceira analisa casos compreendidos à luz do método fenomenológico. A primeira parte é de uma riqueza teórica inestimável. Parte de uma apresentação do nascimento da psicologia científica em sua relação com a concepção de psicologia de Husserl, passa pela concepção da psicologia como ciência da subjetividade e chega às apropriações steinianas do pensamento aristotélico-tomista. A segunda parte é um híbrido de teoria e prática, concentrando-se na formação da pessoa humana e analisando o modo como algumas experiências de Edith Stein possuem homologias com experiências de outros autores, como Martin Buber, Karol Wojtyla e Luigi Giussani; nesse sentido, essa parte articula a primeira e a terceira. A terceira, por sua vez, é mais, digamos, “prática”, explorando casos ligados à experiência religiosa, educativa, da prática da luta, da elaboração pessoal da tradição e mesmo da metodologia da entrevista como acesso às vivências. O leitor, ao final do livro, dá-se ainda mais conta do porquê do percurso, pois as experiências analisadas na terceira parte remetem à primeira, à fundamentação teórica, fechando um ciclo virtuoso em que o sentido que se revela no fim mostra ser o mesmo que agia desde o começo.
Para concluir, vale dizer uma palavra sobre a importância do trabalho expresso no livro: no contexto acadêmico não é comum que filósofos trabalhem em conjunto com psicólogos, nem que psicólogos estudem filosofia. Infelizmente, foi-se o tempo em que se tentavam sínteses entre pensamentos filosóficos e práticas clínicas. Gente como Lacan leitor de Hegel é algo quase inexistente nesses tempos de hegemonia do positivismo científico inclusive nas ciências humanas. Na Alemanha, Axel Honneth tem falado de Winnicott, mas não exatamente na tensão metodológica concebida por Edith Stein. No Brasil, há o trabalho de Zeljko Loparic, que lê a escola inglesa de psicanálise com lentes heideggerianas. O trabalho do grupo que se formou em torno de Miguel Mahfoud e Marina Massimi, pondo em movimento o pensamento de Edith Stein, é, portanto, de forte significação para o contexto atual. Concretiza um ideal de pesquisa, seja na academia seja na clínica, que merece ser fortalecido e divulgado.